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E o prémio vai para…

Ao longo dos nossos 63 anos de trabalho temos convivido com clientes de variadíssimos ramos de atividade e acima de tudo com designações bastante interessantes. Encontramos nomes mais conservadores, outros ditos normais e depois há aquelas empresas com nomes originais.

Estivemos bastante atentos a este último grupo e entre os nossos colaboradores conseguimos encontrar entre todos os nossos clientes a empresa com a designação mais original que se destacasse de todas as outras.

Acreditem que não foi tarefa fácil. Hoje em dia com a facilidade com que se cria uma empresa, as designações por vezes são escolhidas de entre uma lista pré-feita e por isso o leque de nomeados foi bastante alargado. Assim, de entre uma lista de 12 “concorrentes” e após uma luta bastante renhida saiu finalmente um vencedor.

A empresa Dois construtores de Classe, sediada no parque industrial de Martim em Braga e que se dedica à construção civil. Apresenta-se como uma empresa jovem – apenas 2 anos de existência – e que pretende consolidar a sua presença no mercado em que opera – o Norte do país.

Este nome surgiu da união de dois sócios, um com experiência em construção de interiores e o outro com experiência em construção de edifícios em betão , que os levou a escolher a palavra construtores, e sendo duas pessoas com uma visão empreendedora têm como objectivo  construir obras com classe.

Entregamos o prémio – uma caixa de vinho Peixoto Rodrigues – à colaboradora Daniela Barbosa, que trabalha nas empresas do grupo há mais de 10 anos e que amavelmente nos recebeu. Explicou-nos que integra um grupo de 3 empresas, todas elas ligadas à construção civil que vão desde a construção propriamente dita- cofragem ou edificação – até aos acabamentos -montagem de tetos falsos e pladures.

Esta foi a  forma original que encontramos de mais uma vez homenagear os nossos clientes e mostrar-lhes  o quanto são importantes para a nossa evolução. Embora por razões singulares, estamos certos que ficaram agradecidos com esta atenção. Prometemos para o ano iniciar um novo concurso que, se for tão renhido como o de este ano estamos certos que muitas dores de cabeça nos esperam…

Porque na JPR só temos um chefe, aquele que se um dia nos deixar tudo deixa de fazer sentido – o cliente.